22 de jan. de 2012

Sentimentos contidos e mal resolvidos podem agravar doenças e dores do corpo

Nossos medos, dificuldades e ansiedades podem deixar marcas na pele, no coração, em diferentes partes do organismo. Veja algumas associações ligadas a saúde física e emocional.

- Problemas de pele e pulmão = dificuldade de relacionamento.
- Problemas de fígado e intestino = raiva contida.
- Problemas no rim = dificuldade de adaptação a novos espaços.
- Problemas no coração e vasos sanguineos = dificuldade para lidar com cobranças e pressão.
- Problemas em músculos, ossos e cartilagens = angustia diante dos altos e baixos do cotidiano.
- Problemas na tireóide = excesso ou falta de vontade de realizar alguma coisa.



nosso corpo fala !
Cada doença uma sentença !

- Hipertrofia ( obesidade e cancer ) = enfrentamento de adversidades.
- Disfunções ( problemas gastrointestinais e epilepsia ) = fuga de situações ameaçadoras.
- inflamações ( doenças autoimunes e ação de bactérias e vírus ) = resignação diante da necessidade de se submeter a algo.
- Escleroses ( reumatismo e cálculos renais ) = paralisia ante uma imposição da vida.

Gestos !
As vezes, dizemos algo, mas os braços e os movimentos de sobrancelhas ou pés vão no caminho oposto. É o que chamamos de linguagem corporal, você quer dizer uma coisa e se não for algo realmente sincero e verdadeiro, certamente seu corpo mostrará um movimento oposto ao que foi falado.
O médico psiquiatra austríaco W. Reich seguiu essa linha, ele notou que o organismo registra a história de cada um e expressa traços de caráte e personalidade por gestos, posturas, silhuetas, tons de voz e até no jeito de se vestir.
Por exemplo: a mandíbula tensa pode demonstrar raiva e ódio, o pescoço rígido mostra medo do descontrole, o diafragma contraído é ansiedade e olhos arregalados e vigilantes mostra medo do contato com o outro.

Na análise Reichiana, esses gestos servem como um caminho que ajuda o terapeuta a tratar seu paciente.

É nosso corpo traduzindo um pouco de quem somos !



Por   Patricia M.Marques

2 de jan. de 2012

Acupuntura no tratamento da TPM

O Transtorno Distrófico Pré-Mestrual ( TDPM ) é uma síndrome que afeta 75% a 80% das mulheres que apresentam algum sintoma em seu período pré-mestrual, sendo que deste total, uma grande parcela, tem sintomas que surgem  como transtornos importantes que alteram seu comportamento social, profissional e familiar.
Estes transtornos permanecem em média por 1 ou 2 semanas, durante o mês.

As principais queixas observadas são :
- Alteração de humor, com instabilidade emocional e irritabilidade.
- Sintomas físicos de dor nas articulações, nos seios, na cabeça e inchaço no corpo e cólica.
- Alteração do sono e da libido.
- Falta de disposição física para atividades do dia-a-dia.

A acupuntura é um dos tratamentos que contribui para o controle desses sintomas.O profissional acupunturista irá usar os critérios de avaliação da Medicina Tradicional Chinesa, para ter um diagnóstico específico.
A TPM como é conhecida na medicina ocidental, tem na medicina chinesa, uma ligação direta com a alteração energética da função do fígado, mais conhecida como estagnação do QI (energia) do fígado.
Entretanto outros transtornos energéticos, podem estar envolvidos e necessitam se identificados e tratados.
O tratamento com a acupuntura deve ser realizado 1 a 2 vezes por semana.
- Consultar o médico ginecologista é indispensável.
- Atividade física potencializa os efeitos benéficos da acupuntura, pois ajuda a movimentação do QI estagnado.


Por   Patricia M.Marques

12 de dez. de 2011

Bandagem Funcional ou Kinésioterapia


Bandagem para dor e tensão de Tibial Anterior
Muitos se perguntam o que realmente é e para que serve uma bandagem funcional, ela pode ser feita com vários materiais diferentes, o mais utilizado no Brasil é realizado com esparadrapo, porém pode ser utilizado com um material mais rígido o TENSOPLAST ou com fitas elásticas de KINÉSIOTAPING.
A bandagem funcional produz seus efeitos por meio de mecanismos neurofisiológicos e biomecânicos. Há evidências que comprovam ambas e é imprescindível que o fisioterapeuta esteja atento a esses mecanismos.
A aplicabilidade clínica da bandagem é muito ampla e pode ser usada no tratamento de disfunções articulares, neurais, miofasciais e posturais, por lesões agudas, crônicas ou por overuse. As disfunções podem ser eficazmente tratadas com o uso da técnica de bandagem, porém deve-se ter em mente que a bandagem funcional faz parte de um programa de reabilitação complementar ao tratamento fisioterapêutico.
A bandagem funcional é também usada para prevenção de lesões, antes da prática esportiva.



Os objetivos da bandagem funcional são :

- Corrigir a biomecânica de uma articulação ou tecido, por exemplo : Bandagem patelo-femoral.
- Comprimir uma lesão recente para reduzir ou evitar um edema.
- Limitar movimentos articulares não desejados.
- Alivio da dor.
- Facilitar o processo de cicatrização sem estressar as estruturas lesadas, por exemplo : Bandagem para aliviar a carga sobre a gordura retropatelar no joelho.
- Proteger ou dar suporte às estruturas lesadas numa posição funcional durante os exercícios de reabilitação, de alongamento e próprioceptivos.


 Tem-se várias técnicas para realizar a bandagem, cabe o profissional escolher a melhor para cada tipo de lesão e ou prevenção, para seu paciente.





                                             
Bandagem para dor de contraturas dos abdominais.                                                                                               




Bandagem para tendinite do
Tendão de Aquiles.







Bandagem para instabilidade do Tendão Braquial.
                                                                                                                     
 Bandagem para inflamação e dor do músculo adutor da coxa.



Bandagem para Fascite Plantar.

                                                                                                   
                                                                                                                 
  Fonte: Patricia Motta Marques



26 de nov. de 2011

Os benefícios do colágeno hidrolisado para as articulações

As nossas articulações estão sujeitas a diversos problemas, entre elas, a osteoartrite, que apesar de várias pesquisas, ainda não tem cura. Entretanto existem maneiras de tratar a dor e eliminar as inflamações decorrentes e retardar outras deficiências articulares, nesses casos o colágeno hidrolisado pode se um poderoso aliado.

As articulações, ossos, tendões e ligamentos, são em geral constantemente submetidos à esforços, causando uma tensão.
A proteína é importante para a regeneração do corpo depois do exercício físico. As proteínas fornecem aminoácidos necessário para o metabolismo da articulação e do músculo.O colágeno hidrolisado ( um tipo de gelatina ) contém os aminoácidos essenciais glicina e prolina em concentração maior do que outras proteínas. Ambas são componentes importantes do tecido conjuntivo.

O colágeno hidrolisado tem um efeito regenerativo em ossos e articulações, ele pode auxiliar na prevenção de lesões e no tratamento de dores articulares. A cartilagem articular é composta por células (condrócitos ) e por um conjunto de macromoléculas como o colágeno e as proteoglicanas. estes tem função de "mola biológica " e o colágeno por ser uma proteína fibrilar, garante a consistência, a resistência do tecido e a elasticidade, essencial para amortecer as grandes forças de impacto a que as articulações estão submetidas.

                                                    
   Outros benefícios do colágeno :
- Ajuda a retardar e previne rugas
- Combate flacidez da pele
- Fortalece unhas e cabelo

Facilmente, podemos encontrar alimentos enriquecidos com colágeno hidrolisado nas lojas de produtos naturais e orgânicos, farmácias e em lojas de suplementos de nutrição esportiva,  podemos também encontrar colágeno hidrolisado em capsula ou em pó com sabores de frutas e com vitamina C.


Fonte : Patricia M. Marques

14 de nov. de 2011

Fascíte Plantar : conheça o tratamento para essa lesão

Sabe aquela dorzinha no pé, na parte de baixo, na primeira pisada ao levantar da cama ou quando se passa algum tempo sentado ? Ela começa como uma pequena pontada, mas que se torna um grande incômodo.  É a fascite ou fasceíte plantar. É um processo inflamatório que causa uma lesão que recobre toda a superfície plantar do pé.


O que pode causar a Fascite Plantar ?
A lesão está relacionada a distúrbios posturais, tipos de pé e pisada, tanto cavo  ( tendência a pisar para fora ) quanto plano  ( tendência a pisar para dentro ), ficar muitas horas em pé com calçado desconfortável, caminhada e corrida em quantidade e intensidade acima do que a estrutura suporta.

A modalidade esportiva que mais está sujeita a lesão é a corrida, 90 % corredores de longa distância, corredores ocasionais e saltadores, o restante são indivíduos que ficam muito tempo em pé no trabalho, sobretudo mulheres que passam muitas horas de salto alto.

Sintomas :  O quadro clínico é caracterizado por dor à palpação e ao andar, quando o calcanhar toca o chão, dor na própria fáscia plantar e sobretudo após longos períodos sem descarga de peso.
A dor é semelhante à sensação de uma agulhada, choque, pontada ou latejamento e um sinal bem comum que acompanha o sintoma da lesão é a retração da fáscia, isto é nota - se uma rigidez ao tocar no local.

O tratamento : é conservador, consiste em repouso, antiinflamatório, órteses ou palmilhas de silicone para alívio da pressão local, fisioterapia analgésica e antiinflamatória, estiramento da fáscia através de liberação miofascial e deslizamento profundo com alongamento da musculatura do pé e da panturrilha.
há ainda para os casos mais graves, o tratamento cirúrgico, a fasciotomia ( liberação da fascia plantar ) e a excisão do esporão de calcâneo.
O esporão é uma complicação frequente da lesão, definido por ossificação / calcificação do ponto de fixação da fáscia plantar no calcâneo.
O tempo de tratamento vai depender de quanto tempo existe a lesão, da prática esportiva, e da paciência e dedicação do paciente.


Fonte : Patricia Motta Marques

24 de out. de 2011

Pisada desequilibrada

Você sente dores na coluna, nos quadris ou nos joelhos ? Saiba que a causa pode estar escondida na maneira como você pisa.



O seu modo de pisar ou mesmo a própria formação de seus pés podem comprometer o seu alinhamento postural que pode ocasionar dores na coluna, na região lombar, nos joelhos e tornozelos.

Caminhar é um ato que fazemos diariamente, mas se você tem sentido dor ao praticar este pequeno ato do dia a dia, saiba que é uma forma do seu corpo dizer que algo está errado. Saber qual o tipo de pisada temos e os calçados mais indicados para cada ocasião são formas de evitar este incomodo.

No dia a dia, temos de primar pelo conforto de nossos pés e não colocar o calcanhar muito alto, pois o pé nos dá uma resposta sensorial e quanto mais distante estiver do chão, menor será essa resposta.

DICA : Evite salto alto, seu centro de equilíbrio muda com o tipo de calçado, por isso o mais indicado são calçados de solados baixos ou no máximo, salto de 2cm de altura.
Para quem pratica corrida, o cuidado deve ser redobrado, pois o impacto sobre os joelhos, tornozelos e pés é intensificado e chega a ser  5 vezes maior que o peso corporal.

O melhor a fazer para analisar seu tipo de pisada, é consultar um médico ortopedista ou um fisioterapeuta, eles são os profissionais mais adequados para avaliar seu tipo de pisada, pois, um exame mais detalhado é importante para evitar patologias ou lesões ocultas que podem comprometer a prática esportiva.

Por Patricia Motta Marques

12 de out. de 2011

Nervo Ciático ( Ciatalgia )

Dor ciática, é uma dor persistênte que acontece ao longo do nervo ciático, se inicia na região lombar e passa pelas nádegas, vai até a parte mais baixa das pernas. Este é o nervo mais longo do corpo. A dor aparece quando este nervo está irritado através de uma inflamação, por uma compressão ou pinçamento, causado por deslocamento do disco intervetebral ( hérnia de disco ) na região lombar entre as vértebras L4, L5 e S1 ou contratura do músculo piramidal.

O sintomas : São pinçadas ou espasmos de dor na região lombar e ao longo do nervo ciático, geralmente a dor é sentida como uma pontada ou queimação profunda e ou superficial na perna, percorre na parte posterior e lateral indo até o pé. As vezes começa, gradualmente, piora durante a noite e é agravada pelos movimentos do corpo, a dor também pode causar formigamento e parestesia ( baixa sensibilidade ) na perna afetada.

Tratamento : Fisioterapia Manipulativa
Como já explicado a dor ciática causada por pinçamento em algum ponto do nervo ciático, o que deve ser feito, descobrir em que local o nervo ciático está sendo pinçado e liberar o referido nervo, resultando em alivio efetivo da dor.




FONTE : Patricia Motta Marques